Autoconhecimento: o que é pior, falhar ou nunca tentar?

Será que você já falhou alguma vez? Se recorda de ter deixado uma oportunidade passar por medo de tentar? Quem de nós nunca esteve em alguma dessas situações, ou senão em ambas. Vamos começar pelo amargo gosto do fracasso, pois sabemos que não é nada fácil lidar com a frustração de não chegar no objetivo. Será que existem tipos de fracassados diferentes? O que você acha sobre isso?...

Comunicação Amorosa!

Olá, leitoras do Blog AlleCordeiro! Hoje vou conversar com vocês sobre a comunicação não violenta, um tema que tem sido muito discutido. Antes, permitam-me um reparo. Violência é uma palavra com uma carga muito negativa. Por isso, vou preferir utilizar a expressão comunicação amorosa. A palavra comunicação deriva do latim communicare, que significa "tornar comum",... Continuar Lendo →

Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos possui?

Olá mulheres lindas do Blog Allecordeiro, no último post falamos sobre o poder da imagem e os desafios da mulher moderna, e nós sabemos que eles são vários...  se você não leu o ultimo post, corre lá. Hoje iniciaremos uma jornada de autoconhecimento, porque quanto mais nos desvendamos mais livres somos, melhores serão nossas escolhas e mais fortalecida será nossa identidade.

Desafios da mulher moderna

Olá mulheres lindas do Blog AlleCordeiro, no último post falamos sobre o poder da imagem e como ela pode refletir ou não quem de fato você é, por isso se permita ampliar seus horizontes e se você não leu o ultimo post, corre lá. Hoje nós vamos falar sobre alguns desafios da mulher moderna diante de sua própria imagem.

Descobertas que me libertaram!

Olá mulheres lindas do Blog AlleCordeiro, vamos dividir mais uma experiência e desejo verdadeiramente que faça sentido pra você!! Estou muito animada com essa postagem, pois ela é fruto de uma experiência que até hoje impacta nas minhas escolhas na hora das compras.

Eu tenho vivido conectada a minha essência?

Hoje vamos refletir um pouco sobre a nossa essência. Para começar, proponho que façamos um exercício. Pense num bebê, pode ser seu filho, seu irmão ou o filho de um estranho. Não importa o grau de parentesco. Pensou? Então, você está diante desse bebê e subitamente ele começa a sorrir para você. Ele aumenta a frequência da gargalhada. Começa a soluçar de tanto rir. Deixe-me adivinhar como você reagiu! Imagino que você tenha retribuído com outras tantas gargalhadas, que o tenha chamado para o colo, o beijado. Agora a parte mais legal. Imagino também que você tenha falado para ele um monte de palavras e frases desconexas do ponto de vista da língua portuguesa, mas cheias de amor, carinho, afeto. Impossível reproduzir!

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